Se pudéssemos ouvir a voz do silencio;
Caminhos da harmonia entre o homem e seu poder;
Se a escravidão barulhenta
do tempo e do espaço
amaduressesse a mente;
Clareasse os olhos e ampliasse as linguagens das sadias emoções;
Se o objetivo não fosse só o objetivo
e os demais atributos consiliassem o homem,
com o universo refletindo sobre o passado, sentindo
a totalidade do presente, veriamos que na morte
está o ABC da vida.